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A população brasileira envelhece e amplia necessidade de cuidados especializados para idosos em casa - 01/10/26


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O envelhecimento acelerado da população brasileira aumenta a necessidade de uma rede de cuidados capaz de acompanhar o idoso em diferentes fases da vida, inclusive quando há perda temporária ou permanente de autonomia, doenças crônicas e recuperação de cirurgias ou necessidade de internação em domicílio. No Dia do Idoso, celebrado em 1 de outubro, o tema ganha relevância diante da mudança do perfil demográfico do país e da urgência de ampliar as alternativas de atenção à saúde também em ambiente domiciliar.

Segundo o Censo Demográfico 2022, do IBGE, o Brasil registrava 32,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 15,8% da população. Em 2010, eram 20,6 milhões, ou 10,8% dos habitantes. O estudo do IBGE apresentou também os números de idosos por região do país. As regiões Sul e Sudeste apresentaram um maior número de idosos em 2022, 17,6% da população de cada uma dessas regiões com 60 anos ou mais. No Nordeste, a proporção era de 14,5%; no Centro-Oeste, 13,2%; e no Norte, 10,4%.

Segundo estudo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD Contínua, do IBGE, baseado em entrevistas feitas pela entidade em 168 mil domicílios, em 2025, 16,6% da população brasileira tinha 60 anos ou mais. Um aumento em relação à pesquisa de 2022, de 15,8% da população com 60 anos ou mais. A população com menos de 30 anos, diminuiu de 49,9%, em 2021, para 41,4%, em 2025. A Pnad Contínua mostra que os brasileiros estão vivendo mais, com diminuição da base da pirâmide etária e aumento do topo, com mais pessoas idosas.

Rio Grande do Sul é um dos estados líder em número de idosos no país
Nesse cenário nacional, o Rio Grande do Sul está entre os estados com maior concentração de pessoas idosas. No Censo 2022, 20,2% da população gaúcha tinha 60 anos ou mais. Dados mais recentes do Departamento de Economia e Estatística do Estado mostram que essa participação chegou a 20,6% no triênio 2022-2024. No período de 2000 a 2024, o número de gaúchos com 60 anos ou mais aumentou em mais de 1,2 milhão.

Porto Alegre acompanha esse processo de envelhecimento. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, cerca de 21% da população da capital, de aproximadamente 1,3 milhão de habitantes, é formada por pessoas com 60 anos ou mais, o que corresponde a cerca de 320 mil idosos.

O aumento da longevidade traz novas necessidades para as famílias e para o sistema de saúde. Envelhecer não significa necessariamente perder autonomia ou precisar de cuidados permanentes. Entretanto, situações como doenças crônicas, limitações funcionais, períodos de recuperação após cirurgias ou quadros clínicos de maior complexidade podem exigir acompanhamento profissional no próprio domicílio.

É nesse contexto que a atenção domiciliar ganha relevância. Para idosos que podem permanecer em casa com segurança e indicação clínica, o atendimento domiciliar permite acompanhar a evolução do paciente sem que a família precise assumir sozinha todas as responsabilidades relacionadas ao cuidado.

A ACG Home Care, com sede em Porto Alegre, atua na atenção, cuidado e internação em domicílio, atendendo idosos e pacientes de todas as idades, que necessitam de acompanhamento profissional. Entre as situações estão os cuidados continuados, o acompanhamento de pessoas com doenças crônicas e a assistência durante a recuperação pós-operatória.

Nos casos em que o quadro clínico exige maior complexidade, a internação domiciliar permite que o paciente receba em casa uma estrutura de atendimento de acordo com suas necessidades, com segurança e qualidade de atendimento, via operadora de saúde ou no modelo particular.

“O envelhecimento da população exige que as famílias tenham cada vez mais informação sobre o cuidado. Nem todo idoso precisa de assistência permanente, mas no caso de doença crônica, limitação funcional ou recuperação pós-operatória, é preciso avaliar qual a estrutura necessária para que ele possa permanecer em domicílio com segurança e qualidade de atendimento. O cuidado precisa ser individualizado e envolver profissionais, paciente e família”, afirma Alexandre Pires, CEO e sócio fundador da ACG Home Care.

Outro aspecto importante é a participação dos familiares. Em muitos casos, filhos, cônjuges e outros parentes assumem parte significativa dos cuidados, mas podem não ter preparo técnico para lidar com determinadas necessidades. A orientação profissional pode contribuir para organizar a rotina, reduzir riscos e oferecer maior segurança ao paciente e à família.



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