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Mapeando o novo perfil do profissional de Comércio Exterior - 08/09/21


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Alessandra Bacci, Head de Pessoas da eCOMEX. Divulgação eCOMEX NSI
Alessandra Bacci, Head de Pessoas da eCOMEX. Divulgação eCOMEX NSI

A formação técnica e especialização mostram-se cada vez mais comuns aos profissionais do setor e, certamente, a tecnologia terá uma participação cada vez maior no Comex nacional

Por Alessandra Bacci*

Em meio a tantas novidades e iniciativas de modernização do Comércio Exterior brasileiro, torna-se praticamente impossível não falarmos sobre a importância das pessoas nestes processos. Afinal, o profissional atuante em Comex é um dos grandes encarregados de movimentar a área para perspectivas cada vez melhores, contribuindo para o desenvolvimento e a própria competitividade dos negócios.

Tendo em vista este contexto, quais pontos devem ser considerados ao mapear o perfil do profissional de Comércio Exterior? Para responder essa pergunta, devemos nos aprofundar em tópicos que certamente influenciarão a atuação de colaboradores, bem como o surgimento de interessados em ingressar em um dos quadros empresariais mais importantes do Brasil.

O mercado de trabalho atual
Com o tempo e os processos de globalização, a profissionalização do setor de Comércio Exterior proporcionou ganhos de grande relevância: aumentou o nível de competitividade entre as equipes de trabalho, enriqueceu a qualidade dos serviços prestados e, de modo geral, concedeu um novo patamar estratégico para a realidade das companhias. Em resposta à essa reformulação, os interessados em adentrar o setor precisam encontrar diferenciais que os favoreçam, como especializações, fluências, cursos específicos e um bom conhecimento teórico.

Dessa forma, olhando para o futuro, dentro de um contexto bastante amplo e eclético, quanto maior a capacidade prévia, melhores serão as chances de se conseguir determinado emprego. Para se ter uma ideia, segundo a PUC-Goiás, a variedade do mercado de trabalho é grande: analista, consultor, despachante aduaneiro e agentes de cargas internacionais são algumas áreas de atuação citadas pela universidade.

Mas, sem dúvidas, essa não é a única questão que precisa ser colocada em pauta. Para estudantes que têm como meta trabalhar com Comércio Exterior, o estágio é uma grande oportunidade de se conhecer os diversos segmentos existentes, para que se identifique, na prática, a área condizente com as aspirações particulares.

Modelos híbridos e a adaptabilidade
O ano passado, 2020, considerando a eclosão da pandemia de Covid-19, trouxe mudanças significativas para as companhias como um todo. No caso das exportadoras e importadoras, a condição não foi diferente.

Novas modalidades de trabalho e formatos processuais modificaram a forma como grande parte das empresas conduziram suas atividades. Vale destacar que algumas dessas tendências já vinham sendo amadurecidas ao longo dos meses por lideranças corporativas.

Nesse sentido, o home office chegou para ficar, isso é fato. Desse conceito, sistemas híbridos também surgiram como alternativas que mesclam o trabalho remoto, inteiramente em casa, com a ida aos escritórios. Para os profissionais, fica evidente a necessidade de se adaptar ao teletrabalho, mantendo um nível satisfatório de engajamento e eficiência. Claro, trata-se de uma via de mão dupla, sendo preponderante a estruturação de um espaço digital seguro e intuitivo – ponto que deve ser estruturado por gestores preocupados com o sucesso e a integridade de seus respectivos negócios.

Não seria nenhum exagero afirmar que mudanças continuarão a surgir, sob espectros variados. No que diz respeito à preparação do profissional, torna-se praticamente obrigatório um alto nível de adaptabilidade, para que essas transições beneficiem, acima de qualquer coisa, o ser humano, sem sobrecargas ao bem-estar e saúde mental.

O uso estratégico da tecnologia
O trabalho realizado de forma 100% manual, com recursos engessados, que não oferecem nenhum tipo de mobilidade para os profissionais, simplesmente não é mais compatível com a competitividade exigida pelo mercado atual. Fora isso, os riscos voltados para a segurança dos dados é outro motivo bastante relevante para que soluções inovadoras sejam adotadas, assumindo a automatização do gerenciamento em sua totalidade.

Entretanto, é importante ressaltar que isso não quer dizer que a participação humana perderá seu valor. É preciso enxergar a tecnologia com seu devido propósito, que é potencializar e otimizar procedimentos repetitivos que, se deixados a cargo das pessoas, poderão se mostrar exaustivos, com baixo teor estratégico. A digitalização possibilita um redirecionamento das equipes, a fim de que elas cuidem de tarefas fundamentalmente estratégicas e subjetivas, fomentando uma cultura de valorização coletiva.

Daqui em diante, será ainda mais comum um ambiente de trabalho em que o profissional do Comércio Exterior terá o suporte da tecnologia, tendo mais tempo hábil e tranquilidade para centralizar seus esforços no que realmente importa, fazendo jus à capacitação adquirida.

Para finalizar, aos que desejam ingressar no Comércio Exterior, a expectativa é bastante positiva. E aos que buscam se recolocar ou conquistar novos ares, o espaço está amplamente aberto para profissionais capacitados e alinhados com o que entendemos de transformação digital nos dias de hoje!

*Alessandra Bacci é Head de Pessoas na eCOMEX NSI.

Sobre a eCOMEX
Fundada em 1986, a NSI, agora eCOMEX, desenvolve aplicativos para otimização da gestão de processos de comércio exterior. Primeira empresa no Brasil a integrar seus aplicativos aos principais sistemas ERPs do mercado e a disponibilizar uma aplicação 100% WEB para gestão do comércio exterior. A companhia é integrante do Grupo Cassis, que conta com mais de 250 colaboradores e 3 mil clientes em todo o Brasil.



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