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Segunda-Feira, 27 de Setembro de 2021
 

Sindisfac-MG e ABRAFESC trabalham em conjunto para promover benefícios no mercado de crédito - 10/06/21

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Empresas representadas pelas instituições terão acesso irrestrito e sem a dependência das instituições financeiras

Na última segunda-feira, 7 de junho, entrou em vigor a norma do Banco Central para registro e negociação de recebíveis de cartão. Dessa forma, a partir disso, um lojista que utilize cartões de débito ou crédito como forma de recebimento terá disponível um amplo leque de opções para antecipar esses valores.

Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Factoring de São Paulo (Sinfac-SP) e da Associação Brasileira de Factoring, Securitização e Empresas Simples de Crédito (ABRAFESC), Hamilton de Brito Jr., o Sindisfac-MG e a ABRAFESC estão elaborando e estudando estratégias para gerar benefícios às empresas representadas por elas. “Estamos realizando um trabalho em conjunto para gerar mais vantagens e facilidades. O Sindisfac-MG e a ABRAFESC estão empenhados em trabalhar como provedores de tecnologia para que as empresas representadas por essas entidades tenham acesso irrestrito e direto às registradoras homologadas pelo BACEN, sem a dependência das instituições financeiras”, explica.

Com a Circular Bacen 3.952/2019, o Banco Central busca aumentar o controle sobre as garantias dadas em créditos para negociar recebíveis. Dentre as mudanças, a criação de uma nova figura jurídica, a Registradora, um sistema que será responsável pelos registros de recebíveis.

‘’A nova regra do Banco Central evidencia o quanto estamos evoluindo no sentido da democratização dos serviços prestados pelas instituições financeiras, aumentando e aprimorando o mercado e, consequentemente, gerando maior concorrência. Com isso, beneficiando, obviamente, o empresário e por consequência o consumidor final’’, declara o presidente do Sindicato das Empresas de Factoring de Minas Gerais (Sindisfac-MG) e sócio-diretor da Simples Antecipação de Recebíveis, Roberto Ribeiro.

Além disso, especialistas do setor estimam que o volume de crédito passível de acesso com a nova regra do Banco Central seja de cerca de R$ 1,8 trilhão por ano no Brasil. Portanto, a liquidez e a competitividade no segmento devem aumentar, pressionando a redução do spread das instituições financeiras.

De acordo com Roberto Ribeiro, esse é um passo importante que o mercado financeiro está realizando, mas existem outras etapas essenciais. “Ainda estamos travando uma batalha e a guerra está longe do fim, mas estamos trabalhando arduamente para que as empresas por nós representadas, não percam espaço neste mercado que é originalmente nosso”, conclui.



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