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Museu Oscar Niemeyer
Museu Oscar Niemeyer

MON tem programação intensa com 9 exposições simultâneas - 13/06/18

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Circuito Cultural Ademilar apoia pela primeira vez o calendário de atividades do museu, que é referência para o Brasil

Considerado um dos museus mais importantes da América Latina, o Museu Oscar Niemeyer (MON) tem uma intensa pauta de exposições. Neste ano, seu calendário faz parte do Circuito Cultural Ademilar, que integra uma série de atividades ligadas a diferentes manifestações culturais em Curitiba.
A participação da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário acontece via Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. Para Tatiana Reichmann, diretora-superintendente da empresa, esta é uma forma de retornar à comunidade o reconhecimento que a Ademilar teve ao longo dos anos. “Tivemos um crescimento alicerçado na confiança em nossos produtos. Este é o segundo ano que investimos, via renúncia fiscal, em uma série de projetos que valorizam a arte e a cultura local. Para nós, é muito importante apoiar a viabilização do calendário do MON, uma referência para as artes visuais”, destaca.

O MON tem mais de 17 mil metros quadrados de área expositiva, considerada a maior da América Latina. Por isso, suas 12 salas permitem realizar anualmente mais de 20 mostras. Desde sua inauguração, em 2002, o Museu já recebeu mais de 300 mostras nacionais, internacionais e itinerantes. Essa programação teve destaque internacional no calendário das artes: em 2017, 11 exposições do MON foram escolhidas entre as mais importantes, entre cerca de 450 mostras do mundo pela revista inglesa The ArtNewspaper.

Com sua arquitetura singular, também é conhecido como Museu do Olho, em virtude do arrojado projeto do renomado arquiteto que nomeia o espaço, Oscar Niemeyer. Em 2012, foi eleito um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo guia norte-americano Flavorwire, sendo considerado um dos pontos turísticos mais importantes da capital paranaense.



Programação


“Breu” – Júlia Kater

A mostra “Breu”, da artista Júlia Kater, é composta por mais de 50 obras, que montam uma instalação, e vídeos. A artista nasceu em Paris, mas adotou o Brasil como seu país de trabalho e vive atualmente em São Paulo. Na instalação “Desenhos Livres sobre Temas Impostos”, Júlia une seu trabalho de artista com o de pedagoga e provoca questões relacionadas ao desenho alfabetizado. Já no vídeo “Breu”, ela propõe o lugar de fala, em que homens trabalham com um processo semiartesanal de asfaltamento em um retângulo cortado sobre um gramado e uma mulher discursa ao fundo sobre o que seria certo e errado.


“Intangível”– Rafael Silveira

A instalação “Intangível” é fruto de um complexo processo criativo que traça um paralelo entre os planos físico e psíquico, por meio de um experimento pictórico que transita entre as linguagens das artes visuais, da moda, da fotografia e do desenho.


“Narrativas em Processo: Livros de Artista” – Coleção Itaú Cultural

A mostra reúne trabalhos que expandem o conceito e a forma de um objeto mágico – o livro – para muito além do que estamos acostumados. “Livros de Artista” se propõe a investigar as diferentes relações que podem ser estabelecidas entre objeto e artista. Com foco na criação brasileira, a exposição explora 150 anos desse tipo de produção.


“Seleta Crômica e Objetos”– Tony Camargo

A exposição apresenta cinco séries de obras do artista Tony Camargo: Planopinturas, Fotomódulos, Desenhos, Fotoplanopinturas e Videomódulos. São trabalhos que visam à expansão da linguagem da pintura como campo de pesquisa da atualidade. Segundo o curador, Artur Freitas, “Tony Camargo não é um pintor, mas um artista que pinta. Daí, portanto, a irreverência e, por isso mesmo, a leveza com que se movimenta diante do peso da tradição pictórica”. Textos críticos de Arthur do Carmo, Artur Freitas e Paulo Herkenhoff.


“Não Está Claro até que a Noite Caia” – Juliana Stein (até 17 de junho)

A artista Juliana Stein trabalha com a composição de palavras e formulações escritas, com objetivo de tencionar os campos da fotografia e da linguagem, partindo das escolhas que fundamentam a construção da imagem na trajetória de seu trabalho. Como sugere o título, elementos de aparição e práticas de interpretação são colocados em relação para produzir reflexões sobre imagem e fotografia contemporânea.


“Decantação e Desastres” – Carina Weidle e Ligia Borba

A mostra reúne o trabalho de duas artistas paranaenses: Carina Weidle e Ligia Borba. A ideia é estabelecer um diálogo entre as obras de ambas as artistas. A mostra possui esculturas, fotos, cerâmicas e pinturas.


“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”

A exposição é a primeira realizada com peças da coleção de obras asiáticas doadas pelo diplomata Fausto Godoy ao MON. A mostra traz um recorte de 200 obras entre as três mil que compõem a coleção. Peças raras, de forte conteúdo simbólico, representam o cotidiano arcaico ou contemporâneo de civilizações asiáticas. China, Japão, Índia, Laos, Butão, Irã, Afeganistão e Vietnã são alguns dos países de origem das peças.


“Luz ≅ Matéria”

Apresenta uma seleção de obras do acervo do MON, buscando aquelas que têm como ponto comum a luz de um lado e, de outro, a materialidade. Embora aparentemente divergentes, diametralmente opostas, até convém lembrar que, para a física, estão muito mais próximas do que se pensa.


“Diálogo Design: Polônia Brasil”

A exposição reúne cartazes históricos e contemporâneos. Apresenta ícones do design polonês e brasileiro, estabelecendo uma justaposição entre design de produtos e design gráfico. Os cartazes históricos são exemplos de obras antigas usadas para a promoção da Polônia no exterior. Os designers gráficos contemporâneos desenvolveram cartazes sobre seus respectivos países, inspirados nos trabalhos dos seus predecessores. Há, também, produtos industriais contemporâneos considerados icônicos para o design da Polônia e do Brasil.


“Paisagens Construídas”

Hoje, toda paisagem é construída, toda natureza é modificada, domada. É o que a arte nos demonstra. Marlos Bakker descobriu nas redes sociais uma imensa comunidade que cultua não o céu, mas os aviões. Artur Lescher inventou um rio com a lógica das máquinas, como os pobres rios que escoam em hidroelétricas. Gisela Motta & Leandro Lima soltaram um raio no Olho. Um raio doméstico, portátil. Venha curtir a paisagem.


Serviço:

Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h

Local: Museu Oscar Niemeyer, Rua Marechal Hermes, 999

Valor do ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)



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